Publicidade

[uam_ad id=”3500″]

Planejamento financeiro para 2026

Colunista: Celso Cunha

Publicidade

Mais um ano se inicia com planos, metas e expectativas não atingidas no ano anterior e esperança de resultados melhores. Algumas frustrações seguidas de justificativas: “O mercado está difícil…”   Ou foram as suas escolhas?

A sequência obrigatória da administração clássica é:

PLANEJAR – EXECUTAR – CONTROLAR – AJUSTAR

Não por acaso, planejar precede tudo.  Decidir a ordem sequencial entre o que é importante, o que é mais importante e o que é URGENTE (inadiável).

Na prática: liste as ações demandadas e classifique-as com graus de importância. É fundamental que você faça isso com isenção e ative o critério da razão.

Além disso, liste todos os custos e despesas fixas (sem a retirada dos sócios), diminua um pelo outro e encontrará o resultado: o seu limite.

Entenda que o valor encontrado pode ser parte ou o todo de um projeto maior e não se deve criar novos gastos e parcelamentos até que termine para iniciar outros.  É preciso respeitar a capacidade financeira de sua empresa, pois, divida equacionada, sim; inadimplência, não.

Nessa conta não devemos considerar o CAPITAL DE GIRO; como o nome já diz, o destino é não deixar a roda parar e quando utilizado deverá ser reposto o quanto antes. 

Aprenda a dizer NÃO às tentações, pedidos e solicitações. Está em seu orçamento? Planejamento? Se não, volte à classificação e reveja a ordem.

É fato que cada pessoa da sua equipe demanda investimentos referentes à sua área de atuação. Cada aluno/cliente também, segundo a sua visão. Como os recursos são limitados e a demanda infinita, temos que planejar.

Como consultor, além de empreendedor, atendo a diversas empresas, clientes, e após analisar, redijo um relatório com o diagnóstico e prognóstico: o que fazer e como fazer.

Após analisar uma academia, ouvi do empreendedor que a situação estava bastante difícil ao ponto de não conseguir pagar o aluguel do imóvel. Os números não indicavam essa situação.  A justificativa era a abertura de um concorrente próximo. Parti para a análise financeira dos sócios e entendi que ao se basear em um período de alta, ele elevou seus custos pessoais sobremaneira, mudou-se para a orla, viagens, carros… E agora não aceitava reduzir seus custos e de sua família. 

Conselho: respeite os limites financeiros de sua empresa, controle seu Ego e sua Vaidade.

No filme Advogado do Diabo, o personagem de Al Pacino diz: “Vaidade, meu pecado preferido.”

Tome cuidado; esse erro é bastante comum entre os empreendedores.

Bons negócios e boa sorte!

Leia outros artigos

O que achou desse artigo?

Publicidade

Publicidade

Publicidade

REF&H
Enviar