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Os desafios dos jovens gestores no século XXI

Colunista: Samuel Mattos

A cada ano, percebemos um aumento exponencial no empreendedorismo dos profissionais da Educação Física. Por vezes, tais profissionais querem desenvolver seus próprios meios de renda, a partir do treinamento personalizado, aulas em grupos, venda de materiais de treinamento físico, dentre outros. Todavia, nem sempre os profissionais conseguem obter sucesso a longo prazo e acabam desistindo no meio do percurso, ficando o questionamento: o que eu fiz de errado para não ser bem-sucedido? Se a resposta fosse simples e direta, provavelmente, conseguiríamos apresentar uma solução.

O fato é que não há uma resposta concreta e sim, hipóteses que ao longo da vida como gestor, professor e palestrante na área da Educação Física percebo de forma corriqueira. Neste texto, não pretendemos apresentar soluções para o empreendedorismo, mas reflexões acerca do que o profissional deve pensar antes de agir.

Inicialmente, precisamos refletir sobre qual bagagem (conteúdo) esse profissional traz para dentro do mercado empreendedor. A experiência durante o processo formativo nas disciplinas e estágios, seguido pela inserção no mercado de trabalho, possibilitam maior aproximação com o cenário mercadológico. Além disso, existem conteúdos que infelizmente ainda não são dialogados dentro da graduação, tais como gestão, carreira e negócios, deixando uma lacuna para aqueles que desejam investir no próprio negócio e tendo que aprender por outros meios. Contudo, esse é o momento do “pulo do gato”, pois nem sempre os profissionais estão dispostos a arriscarem novos caminhos e dedicarem-se a entender como acontece de forma teórica a construção de uma empresa ou carreira. Desta forma, o profissional terá bagagem teórica para pensar, construir e executar o plano de ação do projeto com mais segurança e conhecimento.

Logo após o aprofundamento teórico vem a parte da execução. Nessa fase, são comuns diversos problemas e oportunidades surgirem, pois, o gestor está com a “mão na massa” e precisa solucionar os diversos obstáculos. É comum perceber o crescimento e amadurecimento profissional com muita intensidade nesse período porque é o momento decisivo na carreira de quem investiu tempo e dinheiro no negócio. Cabe aqui o profissional refletir e perceber como o seu esforço está sendo direcionado, visto que poderá ampliar ou restringir a empresa. Nesse momento, a depender do tipo de investimento, é necessário um distanciamento para observar o trabalho como um todo para poder avançar.  Portanto, o momento de executar é o momento de “ir e vir”, devendo estar dentro e fora do negócio, observando os fatores positivos (forças e oportunidades) e negativos (fraquezas e ameaças).

Por fim, ressaltamos que não há uma lógica ou investimento linear e sim, oscilações durante o trajeto que o profissional deverá estar apto a solucionar. Entretanto, hoje, há uma diversidade de outros profissionais que podem potencializar o negócio do profissional, cabendo o gestor averiguar quais as estratégias que devem ser priorizadas no início da carreira.

Em suma, desejo a vocês gestores, profissionais e futuros investidores uma reflexão/ação dos negócios promissores!

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