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Formando times vencedores

Colunista: Jorge Oliveira

Vamos conversar sobre formação de equipes de trabalho?

A reflexão de hoje inicia-se a partir de uma fala do Bernardinho (ex-técnico da seleção masculina de Voleibol), que se tornou pública através de uma palestra proferida por ele.

Vamos falar de uma das principais funções de um gestor/líder, que é ser um formador de equipes. Recrutar, selecionar e avaliar aqueles que farão parte do seu time, é antes de tudo uma função estratégica para o sucesso do seu negócio, seja ele qual for.

Qual é o nosso desafio?

Mais comum do que se possa imaginar, é encontrar, na geração que está chegando ao mercado de trabalho, uma grande dificuldade para lidar com questões que envolvam disciplina, relacionamentos e frustrações; o “não” soa pesado assim como os “fracassos” (e aqui coloco entre aspas, pois quando aprendemos, nunca perdemos). Seguir rotinas e planejamentos após momentos de frustração requer muita disciplina; dito isto, concluímos que um dos grandes desafios na formação de um time é escolher aqueles que estão dispostos a dar o seu melhor pela missão da equipe e do seu próprio propósito. Adiante, vamos falar mais sobre isto.

Como falamos no parágrafo anterior, o que devemos buscar, ou pelo menos seria o ideal, são pessoas que estejam dispostas a “agregar valor à camisa da instituição”; a missão é deixar a camisa em um ponto mais alto daquele que estava ao chegar ali. E para que isto aconteça, o chamado “Learning Mode” precisa estar ligado; ou seja, é necessário estar disposto a buscar constantemente, o crescimento pessoal e profissional. A busca incessante por melhorias nas habilidades e competências é condição sine qua non para este crescimento.

O grande problema é que para chegar a este patamar, se faz necessário ter disciplina; sem ela, nossos sonhos ficam cada vez mais distantes da realidade. Saber dizer não para o que você gosta e quer fazer, e priorizar o que você TEM que fazer, é um dos melhores conceitos de disciplina.

Qual o próximo desafio?

Tomando como exemplo o jogador da Liga de Futebol Americano Tom Brady, podemos ver como uma avaliação equivocada pode ser prejudicial: no draft da NFL, que é um evento anual em que os times da liga americana escolhem novos jogadores vindos do futebol universitário, ele quase ficou de fora do grupo selecionado.

E por que isto aconteceu?

Porque o mediram tendo como referências métricas pré-determinadas de desempenho das habilidades (força, velocidade etc.). Acontece que não mediram o quanto ele era determinado, obstinado, comprometido e o quanto estava disposto a se entregar à preparação e ao treinamento intenso.

Bem, o restante é história…ele é considerado como o maior e mais valioso jogador que a liga já possuiu.

Deixo como últimas reflexões, para líderes e liderados, as seguintes afirmações:

“Quando estiver no auge, pense no que é preciso mudar”.

“O sucesso do passado não garante nada no futuro”.

Boa sorte e até breve!

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