Panorama atual do setor de serviços

Um panorama atual do setor de serviços mostra que o setor vem encontrando dificuldades desde 2014: três anos seguidos de resultados negativos (2015, 2016 e 2017), com 11% de perda acumulada. Em 2018, essa série negativa foi interrompida, fechando estável em 0%.

O mercado de academias está inserido nesse setor da economia brasileira, mas, apesar desse cenário negativo, o setor de serviços cresceu 0,8% em julho de 2019, na comparação com o mês anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e 1,8% em relação ao mesmo mês em 2018.

Essa foi a terceira alta do setor neste ano, a melhor taxa mensal desde dezembro de 2018 e o melhor resultado para os meses de julho desde 2011, mas ainda abaixo dos resultados anteriores ao período da crise.

Apesar disso tudo, o setor ainda não mostra trajetória clara de recuperação e se encontra 1,2% abaixo do patamar de dezembro do ano passado, e 11,8% abaixo do pico, registrado em novembro de 2014, segundo o IBGE.

O que as academias podem fazer para reverter essa situação

O IBGE acrescenta, ainda, que o setor de serviços precisa mostrar resultados melhores para poder se falar em recuperação, uma vez que não se pode falar em crescimento real em cima de uma base baixa.

Os indicadores econômicos já divulgados sobre o mês de julho mostram um desempenho misto da economia no 2º semestre de 2019 em meio ao desemprego ainda elevado e piora no cenário externo com eventos como guerra comercial e temores de uma nova recessão global.

A expectativa é que a liberação dos saques das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Fundo PIS-Pasep ajudem a acelerar o consumo nestes últimos meses do ano, estimando-se que R$ 13,1 bilhões (44% do total previsto a se injetado na economia será destinado para gastos no comércio e consumo de serviços. 

Apesar da lenta recuperação, o cenário econômico no futuro é promissor e as academias que estiverem bem estruturadas em termos de PLANEJAMENTO e com estratégias de atuação – principalmente marketing e vendas – sairão na frente nesta nova ordem econômica e de comportamento do consumidor.

Sim, o comportamento do consumidor também mudou com a crise e entender cada vez mais como seu cliente compra pode levar sua empresa a um novo patamar nos negócios.

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