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Impacto do COVID 19 nas academias

Recentemente lancei uma pesquisa para conhecer o impacto do novo Coronavírus nas academias de todo o Brasil. O objetivo era entender a dimensão desse impacto e quais estratégias foram adotadas por elas. Com base nesses dados, seria possível vislumbrar um cenário real e ajudar a construir soluções práticas e gratuitas para os gestores e gerentes de negócios fitness de todo o Brasil.

A primeira pergunta da pesquisa foi relativa ao ticket médio das academias e foi interessante perceber que academias de diversas faixas de cobrança dos serviços responderam, o que indica que certamente todos os setores foram totalmente atingidos e buscam soluções para contornar essa crise.

A maior fonte de renda dos respondentes ainda é a mensalidade e as academias que focam nesse tipo de cobrança, certamente foram as mais atingidas, uma vez que se o cliente não está recebendo o serviço, ele não vai pagar! Apesar disso, quase metade dos respondentes fez a opção de devolver valores ou suspender a cobrança dos serviços durante esse período.

Outro ponto interessante – e preocupante – é que quase metade dos respondentes NÃO tem capital de giro, aquele valor necessário para cobrir as despesas operacionais da empresa durante um certo período de tempo. E se as academias não têm capital de giro e recebem apenas mensalidades que não estão sendo pagas, fica mais difícil contornar qualquer crise! Por outro lado, apenas uma pequena parte está custeando o salário dos funcionários; a maioria optou pelas alternativas de suspender ou demitir seus colaboradores.

A maioria das academias conseguiu manter a cobrança dos clientes, transformando essa receita em crédito posterior à reabertura das academias. Por outro lado, as aulas on-line têm sido a principal estratégia das academias, sejam elas no Instagram, em plataformas próprias ou de terceiros. Apenas 10% das academias desenvolveram um produto on-line com custo imediato para o cliente, o que, além de uma inovação, foi uma possibilidade a mais de receita nesse período.

Mesmo em todo esse cenário e pandemia, com as academias perdendo receita e sem perspectivas futuras, 70% das academias NÃO recorreram a nenhum tipo de empréstimo e isso tende a preservar a combalida estrutura financeira das empresas fitness.

Finalmente, foi perguntado aos gestores sobre a expectativa com relação à reabertura das academias, sobrevivência das empresas e retorno ao mesmo número de clientes e, infelizmente, o cenário não é dos melhores!

Para conferir a pesquisa completa, clique no botão abaixo.

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