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14 motivos para nadar

Colunista: Marcelo Barros de Vasconcellos

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A saúde é o que o ser humano tem de mais precioso. Mesmo assim, a maioria das pessoas só pensa em manter ou melhorar a saúde quando esta se acha ameaçada mais seriamente e os sintomas de doenças são evidentes.

No passado, a saúde era vista apenas como o estado de “ausência de doenças”. Na perspectiva mais holística, a saúde é considerada como uma condição humana com dimensões física, social, espiritual e psicológica, caracterizadas num contínuo de polos positivo e negativo.  

Figura 1. O contínuo da saúde

Nos dias de hoje, as pessoas têm muitas vantagens sobre gerações passadas, pois nunca houve tanta e tão sólida evidência dos efeitos dos exercícios sobre a saúde. Paralelamente, os recursos da medicina e as condições de vida em geral são muito superiores às de um século atrás. Mas, será que as pessoas estão vivendo melhor e com mais saúde do que os seus pais? 

Apesar disso, coletivamente, as pessoas ainda estão longe de serem tão saudáveis quanto poderiam ser, além do estilo de vida que põe em risco a saúde – seja pelo estresse, pela alimentação inadequada, pelo sedentarismo, pouco tempo dedicado ao lazer e o débito de sono.

Existem comportamentos de risco no estilo de vida das pessoas que afetam negativamente a saúde e sobre os quais é possível ter controle. Por exemplo: fumo, álcool, drogas, estresse, tempo de tela, isolamento social e sedentarismo. 

Um estilo de vida ativo passou a ser considerado fundamental na promoção da saúde e redução da mortalidade por todas as causas. O organismo humano foi construído para ser ativo. Nossos ancestrais eram muito ativos por necessidade de caça, pesca, fuga, busca de refúgio e por falta de opções tecnológicas que lhes permitissem poupar esforços. Nas civilizações modernas, a televisão, celular, os jogos eletrônicos e o computador têm proporcionado a muitos um estilo de vida sedentário.

A tecnologia, apesar de proporcionar conforto e maior produtividade, não diminui a necessidade de exercitar regularmente o organismo para que os males do sedentarismo não prejudiquem o estado geral de saúde física e mental, reduzindo a capacidade de realizar tarefas rotineiras e a qualidade de vida, a médio e longo prazo.

Além de melhor qualidade de vida, estudos longitudinais têm demonstrado que a expectativa de vida para indivíduos com bons hábitos de saúde pode ser também mais longa: em média, + 9 anos.  

 A atividade física regular é um dos comportamentos positivos e reduz o risco de uma pessoa desenvolver diversas doenças crônicas, especialmente as cardiovasculares, principais causas de morte e de dependência funcional no Brasil e em todo o mundo.

Em síntese, as pesquisas mostram que um estilo de vida ativo pode:

  1. Ajudar na diminuição dos sintomas e melhora do quadro clínico do asmático.
  2. Ajudar indivíduos idosos a manter a força muscular e o equilíbrio.
  3. Ajudar no controle da pressão arterial em pessoas hipertensas.
  4. Auxiliar no controle do peso corporal.
  5. Auxiliar no desenvolvimento e manutenção de ossos, músculos e articulações saudáveis.
  6. Manter a autonomia e a independência do idoso.
  7. Melhorar a circulação sanguínea.
  8. Melhorar o sono.
  9. Promover o bem-estar psicológico e a autoestima.
  10. Reduzir a sensação de depressão e ansiedade.
  11. Reduzir o risco de desenvolver a diabetes.
  12. Reduzir o risco de desenvolver a hipertensão.
  13. Reduzir o risco de morte por doenças cardíacas.
  14. Reduzir o risco de morte prematura por todas as causas.

 

A dica é obedecer ao seu médico ou professor que use esse imperativo: “nade para a sua saúde” de manhã, de tarde ou de noite. Como locução adverbial, a expressão “antes de mais nada” significa: “em primeiro lugar; antes de tudo”.

Nadar é uma excelente atividade para a saúde e contribui para manter um estilo de vida ativo.

De fato, quando começar a praticar uma forma de natação e começar a ter os benefícios que essa atividade proporciona, você vai me agradecer e eu vou dizer “de nada; por nada”. Eu também tenho saúde positiva!

Referências

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