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Se eu fosse você, pensaria bem antes de agir

Colunista: Geraldo Hofer

Olá, leitor, da revista Empresário Fitness & Health, venho trazer um novo modelo de artigo: algumas dicas e cases que eu gostaria de ter aprendido e analisado no meu começo de carreira e hoje, com essa visão de gestor e líder que tenho venho aqui para te ajudar, então, vamos crescer juntos?

Essas dicas irão te direcionar para o seu objetivo pessoal e profissional, não é um manual de faça isso ou aquilo, mas sim, ferramentas e ações para fazer você, professor, líder ou gestor pensar aonde você quer chegar!

Aonde você quer chegar? - Lado pessoal

Antes de iniciarmos as dicas e a área técnica quero que vocês conheçam o Geraldo Hofer em toda sua essência e caráter.

No começo da minha jornada em 2018, eu não me conhecia; esse termo eu uso com todo mundo que me pergunta da minha história, vou explicar o porquê.

O “se conhecer” está ligado ao autoconhecimento e simplesmente eu perdi o rumo e estava andando em círculos ou melhor, “deitado no meio da estrada”:

Sem sonhos…

Sem expectativas de futuro…

Sem me formar, por conta de algumas matérias atrasadas e recursos financeiros.

Simplesmente o meu maior pesadelo! Mas lembre-se que a ideia é entregar algumas dicas para não errar como errei, te portunizar, ser um mentor.

Eu decidi mudar, primeiro passo para o sucesso!

Sei que parece óbvio, mas esse primeiro passo significa o quanto você está disposto a compreender que a mudança é necessária, mas você vai atravessar o pior cenário antes de chegar ao sucesso.

Nessa jornada, percebi que enquanto eu estava me afundando e sem rumo, haviam pessoas que acreditavam em mim, esticaram suas mãos vindo na minha direção, impulsionando-me para cima para continuar a caminhar ou correr, mãos essas que se referem a família, amigos e mentores.

Valorize as pessoas que estão esticando a mão para você em momentos difíceis e retribua quando puder.

Aonde você quer chegar? - Lado profissional

Para atingir o sucesso profissional e ter metas claras, são necessárias diversas estratégias e conceitos para saber onde se está indo e como conquistar o que se deseja; pensando nisso, apresento algumas ferramentas que utilizo tanto em minha gestão e liderança, quanto na vida. São ferramentas mais técnicas que demandam tempo e esforço como também ferramentas mais simples, podendo trazer grandes resultados, como por exemplo:

Mapa mental

É uma técnica de estudo criada no final da década de 1960 por Tony Buzan, um consultor inglês cuja intenção é organizar e estruturar suas ideias para que no final estejam mais claras e façam sentido ao raciocínio; esse material é muito indicado para pessoas que têm facilidade em aprender de forma visual. Em resumo, o mapa mental é uma ficha de estudos da matéria e permitirá que você faça todas as associações possíveis sobre o acontecido. 

Análise SWOT

Estamos agora em um lado mais humano da gestão, onde as ferramentas desenvolvem pensamentos, padrões, atitudes e comportamentos. Precisamos voltar um pouco no tempo e, para ser mais específico, vamos nos recordar da época da escola.

Se você era um dos mais rápidos e espertos da turma, geralmente aproveitava desta FORÇA para se destacar nos esportes ou brincadeiras, não é mesmo?

E quando chegou a hora de escolher uma profissão, se a matemática não foi muito forte durante o Ensino Médio, provavelmente você deve ter contornado essa FRAQUEZA escolhendo uma carreira em que pudesse ter êxito sem precisar lidar com tantos números.

E hoje, em seu dia a dia, quando você está passeando com seu cachorro e avista um cachorro maior na rua, não é muito provável que você troque de calçada ou mesmo mude o caminho para evitar a AMEAÇA?

Quando temos a oportunidade de conhecer alguém importante na empresa ou ramo, você não irá querer passar em branco nessa OPORTUNIDADE de se apresentar corretamente, certo?

Todos esses conceitos estão diretamente ligados à análise SWOT ou matriz FOFA, onde a proposta é você analisar seus pontos fortes e oportunidades para agir e criar resultados, sem esquecer as fraquezas e ameaças, onde você cria estratégias para não errar e como modificar essas questões adversas de forma eficiente.

Pensando o contexto pessoal/profissional

Como eu ajo?

Imagine que você está em uma entrevista de emprego e alguém lhe pergunta: quem é você? Quando você pensa em seu modo de agir, quais são as principais palavras que vem à cabeça?

O que me faz feliz?

Quais são os lugares que trazem mais bem-estar? Quais são as atividades que dão prazer? Com que tipo de pessoa você se sente bem? O que faz seus olhos brilharem? Ao escrever absolutamente tudo que vem à mente, você cria seu “mapa da felicidade”. A ideia aqui é que você entenda melhor o que te faz feliz. É um exercício simples, mas poderoso.

Como os outros me enxergam?

Para o bem ou para mal – e, frequentemente, um pouco de cada – nossa autopercepção é naturalmente enviesada.

Por isso, é sempre bom ampliar o leque de perspectivas e perguntar para amigos, familiares e colegas que convivem com você: o que acham que faço bem? O que acham que posso melhorar?

Quais são meus pontos fortes e fracos?

Aqui entramos no conceito da análise SWOT, juntamente com um pensamento mais humano de “Quem eu sou”. Convido você a pensar em sua performance no ano anterior e dê um exemplo real em sua mente. Quando esses pontos positivos ou negativos se mostraram presentes? Por fim, pense no que deveria ter seu desenvolvimento prioritário – e não são sempre os pontos fracos! O que realmente atrapalha ou prejudica? O que traz mais resultados ou teria mais impacto? Há um ponto forte que você pode elevar para se transformar em um expert, por exemplo?

Que marca quero deixar no mundo?

Grandes ou pequenas, boas ou ruins, todos deixam marcas entre as pessoas com quem convivem. Então, reflita por um momento: como você gostaria de ser lembrado? E como pode construir ou fortalecer essa percepção daqui para frente?

Entendendo esses pontos, você entrará em um processo de autoconhecimento profundo e sim, ele será longo, é um processo gradual. Deixe sua marca no mundo!

Para finalizar, vamos abordar o seu trabalho e para onde ele está te direcionando

Nós fazemos o trabalho, mas em certo sentido, ele também nos faz.

Mário Sergio Cortella

Isso acontece na mesma proporção em que o trabalho ajuda nas nossas habilidades, competências e quando estamos em busca dos nossos sonhos.

Quero ajudar você a identificar sua identidade profissional, onde você compreende todos os passos que está tomando, o porquê e o para que daquela ação. O tempo que passamos trabalhando chega a 90.000 horas, de acordo com o livro “Felicidade no Trabalho”.

Por que você está no seu trabalho atual?

Utilize essa pergunta não só para a questão do estar, mas também quando deixar esse trabalho ou estiver em busca de novas oportunidades; entenda esse conceito e seus olhos abrirão para a busca da resposta ou ação necessária. O “porquê” nos leva para grandes lugares de reflexão e ação

Para que eu faço o que faço? Qual o real propósito e para onde isso me leva?

Entenda que, para fazer, você não deve somente reproduzir, mas ter consciência do todo: o que você faz hoje está te levando para o seu objetivo? Essa é a questão principal e caso a resposta seja “não”, pense no que é necessário mudar, estudar ou agir.

Para finalizar esse artigo, eu quero dizer que você PODE mudar e eu estou aqui para ajudar; não conheço seus sonhos ou metas, mas de uma coisa eu tenho certeza: utilize esses conceitos e você irá crescer como pessoa e profissional.

Pegue a informação e direcione de maneira correta, para, assim, atingir os resultados e o sucesso.

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